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sábado, 11 de abril de 2020

Páscoa

“Páscoa” vem do hebreu Pessach, que significa “passagem“, festa celebrada há mais de dois mil anos, para lembrar o êxodo dos judeus do Egito, depois de trezentos anos de escravidão, quando anjo da morte passou e os filhos dos israelitas ficaram vivos.
Celebrada ano após ano para lembrar do grande livramento que Deus deu ao povo de Israel, para os cristãos,  simboliza nova vida em razão de outra passagem: a morte  e ressurreição de Jesus Cristo, que trouxe de forma definitiva a salvação a toda a humanidade.
No Golgota, onde o Cristo foi crucificado havia também dois outros homens condenados.
Antes q morresse, Jesus teve uma breve e salvadora conversa com um dos ladrões crucificados ao Seu lado.
O homem reconheceu que Jesus era Rei e Jesus lhe garantiu que naquele mesmo dia  ele estaria com Ele no paraíso.
A morte de Jesus na cruz trouxe ao ladrão arrependido e a todos quantos crerem a possibilidade da eternidade no céu.
Para o outro ladrão, não houve arrependimento nem salvação.
A diferença entre os dois foi reconhecer a divindade de Cristo e aceita-lo como Senhor de suas vidas. A morte d um o levou para a eternidade com Deus, a do outro...
A Palavra de Deus trata a morte com naturalidade; ela não tem que ser triste ou amedrontadora para aqueles que confiam em Cristo, pois ela não é o fim de tudo, mas o início de uma nova vida com o Senhor Jesus.
Aqueles que creem em Jesus como Salvador podem descansar e se alegrar, pois "quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor" (Romanos 14:8)
Aleluia!

Ass: Sal, que vive para Cristo e que sabe que o morrer é lucro.

domingo, 17 de janeiro de 2010

A ceia.. sem ritualismos embrenhados de paganismo histórico.

Estive hoje celebrando junto com alguns irmãos a ceia do Senhor.
Culto coletivo abençoado e cheio da graça de Deus e excelente ministração do pastor a respeito da errônea idíea de "santificar" a ceia...
Saí da celebração com um questionamento pertinente: Incrível como muito do cristianismo vivido hoje é, em diversas esferas,  repleto de ações herdeiras dos ritualismos pagãos, de cultos a deuses gregos e práticas satanistas.
Infelizmente, há uma grande parcela de cristãos que crêem na ceia como um instrumento de graça e salvação. Outros, participam da ceia buscando ser "investido" de um poder sobrenatural. E há ainda os que se sentem culpados e condenados se, por motivos justos ou não, forem impedidos de tomar parte no ritual da ceia da comunidade cristã da qual fazem parte. No entanto, estas crenças e práticas, bem como crer que na ceia bíblica, o pão e o vinho se transformam no próprio Deus, são reflexo e herança de rituais das  crenças pagãs dos antigos cultos gregos, quando partes dos animais eram oferecidas aos deuses e aqueles que as comessem durante a cerimônia incorporavam as virtudes e poderes de tais deuses.
Crêem assim também algumas tribos indígenas e algumas culturas guerreiras.
E essa não é a ceia bíblica, ensinada e ordenada por Jesus.

Ora, a ceia é um memorial. Não é um ritual que concede graça, força, poder especial, salvação e vida eterna. Jesus nos disse que o fizéssemos em memória do que Ele faria na cruz por nós.

Sendo assim, celebramos( alegramos, festejamos) a ceia como resultado de uma vida que vive pra Deus e que cumpre, sem obrigações ritualísticas os mandamentos do Senhor.

Celebramos(alegramos e festejamos) a ceia do Senhor por amor a Deus, em cumprimento a uma ordenação de Jesus, para que não nos esqueçamos e juntos sempre lembremos de que Ele nos amou e a si mesmo se deu por nós.

Celebramos a ceia bíblica porque cremos que Jesus é único, suficiente Salvador e que morreu eficazmente uma só vez pelos nossos pecados, não havendo necessidade de nenhum rito adicional. Cremos também que Ele ressuscitou, está à direita do Pai, interecede por nós e nos chama para uma comuhão perfeita, irrestrita e sem intermediários.

Ass: Sal; em busca do cristianismo real, aquele do dia-a-dia, de carne e osso.. sem ritualismos embrenhados de paganismo histórico.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Estamos mesmo certos?

Ultimamente tenho questionado muito... Será que tudo que aprendi até então é mesmo a verdade?
Cresci em um meio cristão. Aprendi desde cedo a valorizar os ensinamentos bíblicos, os valores familiares e uma série de condutas ditas certas e louváveis. Há pouco tempo, mudanças em minha vida me fizeram perceber que certos valores que até então; eu, minha família e amigos considerávamos imutáveis, podiam sim, ter um novo significado.
Tudo bem; tá tudo ok! Todo mundo concorda; mas... será que estamos certos? E o que críamos antes? Sempre fomos fiéis. Buscávamos a vontade de Deus e descansávos na crença de que estávamos fazendo o que era certo.  E então? O que mudou? Deus mudou? A Bíblia mudou? O que era errado, agora é certo? É tudo relativo? Deus trata cada caso de maneira diferente? Somos indivíduos e é assim que Deus trata conosco; de maneira individual?
É inquietante... mas me parecem questionamentos pertinentes!
Você já se perguntou, quanto do que você sabe, crê, procura viver, ensina a outros e defende com unhas e dentes é mesmo a expressão da verdade? Essa inquietação tem me corropído por dentro. Cada vez que paro e penso, me lembro do ardor do apóstolo Paulo, ainda Saulo, perseguindo em nome de Deus os cristãos, por ele julgados infiéis.
E nós? Que verdades temos defendido? Sobre quais bases temos vivido?? O que nos ensinaram é mesmo a representação da verdade?
Entenda-me bem. Não pretendo negar minha fé. Não duvido da existência de Deus. O que não quero é viver enganada. Quero viver plenamente minha fé. Quero ter certeza de que o que prego e procuro viver não é fruto de convenções e ajustes humanos. Quero A verdade! A Bíblia que considero a Palavra de Deus me lembra: Meu povo é destruído por falta de conhecimento.Oséas 4:6 (NIV) 
Sem respostas ainda.. prossigo buscando, questionando, argumentando.. Com certeza, eu volto e escrevo mais sobre isso!
Abços,
Sal

Solitude