domingo, 18 de junho de 2017

O que eu aprendi em um mês fora das redes sociais...


Recentemente decidi me abster de qualquer contato social através de WhatsApp, Instagram, Facebook ou  telegram.
Após o choque inicial e os constantes atos falhos de pegar o celular pra dar uma rápida olhadinha, eu percebi que era perfeitamente possível sobreviver sem essas redes d contato.

Mas a principal coisa q aprendi foi q as pessoas que gostam d vc, dão um jeito d te encontrar.
Como diria uma expressão conhecida:
"Poucas, mas sinceras"!!

Nesse mês "out" eu li dois livros, dormi mais cedo e acordei imensamente mais descansada, falei mais com Deus, não me atrasei pra nenhum compromisso e tirei menos selfies.
Redescobri as SMS rsrs e vi q pra algumas mensagens só email mesmo dava conta. Como a gente escreve, viu?!?

O q mais me impressionou foi o tanto que não fiz falta nenhuma para a imensa maioria das pessoas que me seguem no Facebook e no Instagram.

Foi um tapa na cara descobrir que o que posto no face ou no insta e até mesmo as centenas de mensagens trocadas no WhatsApp não fazem diferença nenhuma na vida das pessoas.  Hehehe

E foi libertador descobrir que apesar da gente s preocupar muito com o q os outros pensam daquilo que vêem da nossa vida nas redes sociais; na verdade as pessoas não estão nem aí pra você.

Sendo assim, no instante que você se ausenta, você morre e ninguém se lembra.

É muita postagem,  muito texto,  muita curtida pra nada.
Não tem valor nenhum.
E fazendo uma analogia bem direta: morrer é isso! Ser esquecido por aqueles que na verdade, não estão nem aí pra você. Porque aqueles que importam, quando vc some, vão atrás,  na sua casa, no trabalho, pelo SMS ou até mesmo o ultrapassado telefone residencial. Rsrs

Enfim... Foi isso que aprendi nesse mês offline.
Só tô aqui agora pensando: - Voltar pra quê??  🤔

Ass: Sal, que tá achando que não vale a pena.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Cada um oferece o que tem...

Quando abriu o coração e disse o que queria dizer, s sentiu livre.
Deixou sair o que lhe apertava o peito e viu_ se mais forte.
Não tinha vergonha do que sentia.
Sabia que sentir era o normal.
Sabia que também era gente, humana, sujeita às paixões mundanas; às fraquezas.

Quando disse o que queria, viu que quem ouviu não sabia ouvir.
Quando abriu seu coração,  percebeu que o outro não se abria também.

Mas não se doeu não.
Entendeu um pouquinho mais sobre dar-se e não esperar de volta.
E aprendeu mais uma daquelas lições que a vida ensina batendo... Estilo Pinochet; Nada Piaget..
E no fim pareceu_lhe que quem não tem, não sabe receber também.

Resignada, entendeu; aceitou.
Pois como já disse bem um sábio desses aí ; Cada um oferece o que tem.

Ass: Sal




Sobre encontros bonitos do acaso....

Ontem conheci a Dona Terezinha.
Estava saindo do trabalho após mais um concerto ao meio dia.
Entrei no carro, girei a chave, abri a janela e ela surgiu perguntando onde tinha um restaurante ou cantina ali pra almoçar...

E foi assim q conheci um serzinho fofo q me contou em alguns minutos memórias lindas de sua vida...

Dona Terezinha, órfã de mãe, quando criança, criada pelo pai, que era músico, mas largou a clarineta profissionalmente, pra criar os 9 filhos.

Do alto dos seus 84 anos, me contou q era a quarta filha e que nunca se casou. Não que não tenham aparecido pretendentes. Mas é que ela fugia logo que a coisa ficava séria.
Com isso;  Estudou, se formou professora e foi pra fora do Brasil estudar inglês com bolsa do governo, q ela mesma foi lá pedir.
Voltou ao Brasil e sobre a desnecessária recomendação de  que não se casasse até q o vínculo da bolsa terminasse, ela deu mais aulas, deu treinamentos e dirigiu escola.

Escolheu uma escola dentro da favela, apesar de ter sido bem classificada no concurso para diretora: Queria fazer diferença na vida das crianças.
Pegou uma escola com 600 alunos e deixou com mais do dobro!!!

Contou-me sobre a rigidez dos costumes de sua época, dos bailes dançantes às escondidas e da braveza do padre da cidade.

De fala lúcida e bem humorada, D. Terezinha m contou sobre os mais de 50 sobrinhos e o tanto que gosta dos concertos da orquestra.

Falamos sobre a política e a economia do Brasil.  Falamos de como tudo anda caro tb.
Ela m contou q faz sua própria comidinha, porque com a carência das coisas,  não dá mais pra ter empregada, né?!
É verdade,  D. Terezinha... Tá difícil!!

Tão linda, ela.. De olhos verdes, cabelos claros, pequenininha e doce. Daquelas q dá vontade de abraçar e levar pra casa. Rsrs

E assim como apareceu, ela se foi:
Deu tchau, prazer em conhece-la, felicidades!!! E saiu andando.... Rsrs

Tchau D. Terezinha...Obrigada!!!
Q a sra continue assim; deixando doçura e sabedoria por onde passar.
Se a gente se encontrar de novo, vai ter fotinha,  viu?!!? 😉

Ass: Sal, que quer ser uma senhorinha dessas tipo D. Terezinha.