quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Não me tragam más notícias

Eu sempre me achei muito forte. Resistente  às tempestades.
Corajosa e preparada para os ataques de quem quer que fosse.
Acreditava que era aquele tipo de pessoa que não tombava diante da adversidade ou que não sucumbia diante de algo pesado e difícil.
Me via impávida diante de uma discussão e vitoriosa saía sem uma lágrima sequer.
Resistia bravamente a qualquer adversidade e contra-atacava certeira e com firmeza.

Por essas e outras; achava que fosse algum tipo de super heroína que não se curvava ante ao vento forte.
Aquele tipo que não teme as más notícias. Daquelas que enquanto as pessoas estão s descabelando... está fina e firme sobre o salto.

E acho mesmo que eu era assim.
Forte. Corajosa. Destemida.
Mas esse tempo passou. Hoje não sou mais dessas que não sucumbem.

Recentemente me descobri tendo palpitações cardíacas, sudorese, falta de ar, dores e outras reações comuns aos meros mortais expostos a situações d stress.

Após uma intempérie que me sobreveio, me descobri fraca e vunerável diante dos altos números mostrados no visor do aferidor de pressão.

E como s não bastasse a primeira constatação; pude confirma-la repetidas vezes nos dias que se seguiram.

Pobre mortal que sou.
Fraca, impotente e comumente mortal.

Por isso, eu que sempre pedia a verdade a qualquer preço; a sinceridade a todo custo e que batia d frente com quem viesse; hoje só tenho um desejo:
Não me traga más notícias, não me diga verdades, não me conte tristezas, não me assuste com horrores; não me seja duro e frio. Não me provoque os nervos e nao me chame mais à guerra porque não aguento.

Não posso e não dou mais conta; porque o tempo, q de tudo pede conta; veio me cobrar a dívida. E quer agora, de volta, toda a força especial que um dia me deu.
E chegou o tempo de pendurar as luvas e descer do tatame.
Já lutei várias batalhas; mas agora abandonei a guerra.
Já segurei muito choro e agora não sei mais segurar.
Já tive resposta na ponta da lingua; agora só quero me calar.
Já fui moça, agora me vejo velha.
Já tive pressa; agora tenho pressão alta.

E por tudo isso; não me traga más notícias.
Ass: Sal, q não pode s estressar, porq a pressão sobe.

domingo, 18 de junho de 2017

O que eu aprendi em um mês fora das redes sociais...


Recentemente decidi me abster de qualquer contato social através de WhatsApp, Instagram, Facebook ou  telegram.
Após o choque inicial e os constantes atos falhos de pegar o celular pra dar uma rápida olhadinha, eu percebi que era perfeitamente possível sobreviver sem essas redes d contato.

Mas a principal coisa q aprendi foi q as pessoas que gostam d vc, dão um jeito d te encontrar.
Como diria uma expressão conhecida:
"Poucas, mas sinceras"!!

Nesse mês "out" eu li dois livros, dormi mais cedo e acordei imensamente mais descansada, falei mais com Deus, não me atrasei pra nenhum compromisso e tirei menos selfies.
Redescobri as SMS rsrs e vi q pra algumas mensagens só email mesmo dava conta. Como a gente escreve, viu?!?

O q mais me impressionou foi o tanto que não fiz falta nenhuma para a imensa maioria das pessoas que me seguem no Facebook e no Instagram.

Foi um tapa na cara descobrir que o que posto no face ou no insta e até mesmo as centenas de mensagens trocadas no WhatsApp não fazem diferença nenhuma na vida das pessoas.  Hehehe

E foi libertador descobrir que apesar da gente s preocupar muito com o q os outros pensam daquilo que vêem da nossa vida nas redes sociais; na verdade as pessoas não estão nem aí pra você.

Sendo assim, no instante que você se ausenta, você morre e ninguém se lembra.

É muita postagem,  muito texto,  muita curtida pra nada.
Não tem valor nenhum.
E fazendo uma analogia bem direta: morrer é isso! Ser esquecido por aqueles que na verdade, não estão nem aí pra você. Porque aqueles que importam, quando vc some, vão atrás,  na sua casa, no trabalho, pelo SMS ou até mesmo o ultrapassado telefone residencial. Rsrs

Enfim... Foi isso que aprendi nesse mês offline.
Só tô aqui agora pensando: - Voltar pra quê??  🤔

Ass: Sal, que tá achando que não vale a pena.